Novo rumo da Hemobrás

Fundada há 20 anos, a Hemobrás quer deixar de ser uma empresa pública escondida em meio aos canaviais de Goiana para assumir seu protagonismo como referência na produção de plasma e medicamentos. A empresa esteve nos holofotes em momentos distintos: no anúncio da construção, inauguração, início da produção de plasma, denúncias de fraude e tentativa de grupos interessados em transferir parte da capacidade de produção para o Paraná. Agora, a Hemobrás vislumbra um novo rumo que é nacionalizar toda a tecnologia até 2026. Atualmente, o plasma produzido é exportado para a Suíça e volta a Pernambuco fracionado para a fabricação de medicamentos. Neste ano, inclusive, deverá haver concurso público com o objetivo de dobrar o número de funcionários para 1.200. Animada com o novo momento, a diretora-presidente Ana Paula Menezes diz que Hemobrás já tem um faturamento de R$ 1,2 bilhão e a tendência é aumentar quando a tecnologia for incorporada e a empresa passar a ter independência e autonomia no mercado. Segundo ela, neste ano já terá avanço com o início da embalagem dos produtos e, em 2025, será o envazamento. Ana Paula ressalta que a produção de hemoderivados tem que ser, necessariamente, feita por uma empresa pública por questão de segurança. “Uma empresa privada poderia escolher quem poderia ser beneficiado. Por isso, a gente luta para gerar toda a cadeia na Hemobrás e o Brasil ter soberania no mercado. Em 2026, a cadeia será nacionalizada”, garante a diretora-presidente.

João Paulo x Teresa

Na tribuna da Alepe, o deputado João Paulo disse que a senadora Teresa Leitão precisa reconhecer a diversidade de opiniões e a importância da democracia construtiva do PT. Se referiu ao debate sobre a vaga de vice do prefeito João Campos (PSB) reivindicada pelo partido. “A disputa de 2026 será mais difícil que a de 2024. O PT deve investir em candidaturas competitivas”, alertou.

Diogo defendeu

O deputado Diogo Moreaes (PSB) saiu em defesa da senadora Teresa Leitão. Ele disse ser “uma coisa chata” João Paulo falar da correligionária, num local onde ela não pode se defender. “Questão de partido é para se resolver internamente”, observou Diogo.

Está solto

O fato de a Justiça liberar o sujeito que tentou assaltar os seguranças da vice-governadora Priscila Krause foi motivo de críticas na Assembleia. O deputado Coronel Alberto Feitosa (PL) bateu duro. O assaltante foi liberado após audiência de custódia.

Em busca de acordo

O presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, ainda não chegaram a um acordo sobre a desoneração da folha de pagamentos dos municípios. Mas há expectativa sobre algum consenso. “Depois da redução da alíquota, o volume de recolhimento de contribuições aumentou porque a maioria não pagava”, afirmou Ziulkoski.

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