Embate no discurso

O dia 8 de janeiro de 2024, ontem, terminou marcado por embates, mas, pelo menos dessa vez, só de palavras. O presidente Lula alcançou seu objetivo de reunir aliados e representantes dos demais poderes para comandar o ato em defesa da democracia. Foram muitas as cobranças por punições a quem tentou dar o golpe no ano passado. Os seguranças, evidentemente, estavam a postos dentro e fora do recinto para coibir qualquer tipo de confusão. Não houve. Mas nem por isso os antipetistas ficaram calados. De longe, o ato em Brasília foi chamado de chanchada pelo senador Hamilton Mourão (PL), e o senador Eduardo Girão (Novo-CE) disse que era um evento midiático. E não deixa de ser, porque cada ator politico procura fazer o que pode para ocupar espaço. Já os dois governadores do PSDB, que não são aliados de Lula, estiveram presentes, atendendo ao convite. O gaúcho Eduardo Leite cravou que esteve presente para que “a celebração do 8 de janeiro não pertença a qualquer ideologia política, ela é a celebração da democracia incontestável”. Raquel Lyra disse: “Estamos nos colocando, pois quando a democracia falta, ela não falta só para um partido, falta para o nosso povo”. Nas ruas, não foram vistos atos dos antipetistas, talvez porque tenham faltado financiadores ou mesmo lideres para incentivá-los. Manifestações ficaram restritas às redes sociais.

Agora Múcio conhece

O ministro da Defesa, José Múcio, já havia dito que alguns parentes fizeram parte do movimento pró-golpe militar, participando até de acampamentos nas portas dos quarteis. Ontem, contou que a sua presença no Governo Lula o fez conhecer pessoas que achava que conhecia há muitos anos. Coisas do radicalismo ideológico estabelecido nas famílias.

Analfabetismo

O presidente do TCE, Valdecir Pascoal, lamenta que, em pleno século 21, ainda haja uma parcela de 5,6% da população que não sabe ler e escrever. E que outros 16% dos brasileiros são analfabetos funcionais.

Prazo é abril

O vereador Ronaldo de Deja (PP) é candidato a prefeito de Serra Talhada, apoiado pelo deputado Luciano Duque (SD), mas o prazo para se firmar é abril. Caso contrário, o próprio Duque disputará.

Julgamento

O vice-prefeito de Olinda e pré-candidato Márcio Botelho (PP) está com esperança de que seu recurso para renomear os assessores seja julgado no TJPE, ainda mês mês. Enquanto isso, continua a peleja com o prefeito Professor Lupércio (PSD), na tentativa de tomar a Prefeitura.

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