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O ministério de Portos e Aeroportos trocou de comando, nesta quinta-feira (1), com a saída de Silvio Costa Filho para retomar seu mandato de deputado federal e tentar a reeleição pelo Republicanos. Mas seu grupo político e Pernambuco continuam representados na pasta, com a nomeação do então secretário executivo Tomé Franca. A transmissão de posse foi marcada por um balanço do trabalho realizado após quase três anos.
Silvio disse deixa para o sucessor uma série de avanços, tanto no setor da aviação quanto no portuário. “No período em que estivemos à frente da pasta, fomos em busca de recursos para aporte no presente e no futuro da infraestrutura no Brasil. Com isso, modernizamos o país e o preparamos para um novo ciclo de crescimento”, afirmou.
O ex-ministro ressaltou que as ações do MPor tiveram impacto direto na vida das pessoas, com a geração de empregos imediatos durante obras e movimentações, com vagas permanentes e qualificadas. O ministério registrou a marca de quase 130 milhões de passageiros recentemente, com a construção de novas pontes de embarque e terminais mais amplos e modernos.
O setor portuário ganhou destaque no balanço de de Costa Filho. Segundo ele, em 2025, a movimentação total de cargas atingiu 1,34 bilhão de toneladas, um crescimento de 3,25% em relação ao ano anterior. O ex-ministro ressaltou que esse ganho de capacidade foi fundamental para atender ao aumento da demanda por commodities, com destaque para o petróleo (+74%), a soja (+73,9%) e a carne bovina (+70,5%) nas exportações.
O superávit comercial apresentado, com a corrente de comércio atingiu US$ 629 bilhões em 2025 e um superávit de US$ 68,2 bilhões, o terceiro maior da história.