Raquel Lyra garante ter tempo para definir a majoritária e não crava nem Priscila na vice

A governadora Raquel Lyra (PSD) já conversou com os presidentes do PP, deputado Eduardo da Fonte, e do União Brasil, Miguel Coelho, sobre a composição da chapa majoritária. Ambos fazem parte da Federação União Progressista e são pré-candidatos ao Senado. Nesta sexta-feira (20), porém, Raquel avisou que tem tempo para definir quem estará na chapa, durante entrevista à Rádio Jornal. Não cravou sequer a permanência de Priscila Krause (PSD) na vice.

“Priscila é minha parceira de governo, é uma pessoa que eu conheci na política e dentro da Assembleia Legislativa, eu na base do governo, ela na oposição. E nos encontramos por valores, por valores na política e valores de vida. E é isso que me move e move a ela, e tantos outros que estão junto com a gente. Então, o que eu tenho para colocar agora é que nós temos até julho, agosto, para a gente poder firmar a chapa”, disse Raquel.

A governadora ainda ressaltou que “Priscila pode ocupar qualquer cargo, inclusive o que eu disputo”. “Ela tem capacidade, competência, condição e seriedade para isso”, acrescentou.

Raquel Lyra conta na sua base de apoio, além de deputados do PP, o Podemos e Avante. E, apesar de já estar atraindo apoios para reforçar seu projeto de reeleição, garante ter tempo para manter as articulações políticas. Quem também está de olho numa vaga na chapa da governadora é o senador Fernando Dueire, mas o MDB faz parte da oposição.

“Hoje eu sou pré-candidata, mas para montar uma chapa que vá disputar as eleições, isso tem tempo. Nós estamos no mês de fevereiro. Vou cuidar do governo, vamos fazendo articulações políticas, os partidos políticos vão conversando e eu vou seguindo para que a gente possa fazer a melhor entrega possível para o povo de Pernambuco, como a gente tem buscado fazer até agora”, ressaltou.

O impasse, contudo, ainda é a Federação União Progressista, pois ainda não foi homologada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O PP é da base governista, no entanto Eduardo da Fonte disse que qualquer decisão sobre alianças será tomada após o dia 4 de abril.

Já o comando União Brasil apoia o prefeito João Campos (PSB), mas parte das lideranças defende a reeleição de Raquel Lyra.

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