Fotos: Blog Dantas Barreto
Os 42 lotes e os 54 apartamentos das Casas Altas do Condomínio Praia de Guadalupe, em Barra de Sirinhaém, começaram a ser vendidos pelo Grupo JCPM. As obras do empreendimento estão avançadas e a entrega está prevista para o final de 2027. Porém, os futuros inquilinos já poderão iniciar a construção das casas na área de lotes, assim que fecharem os negócios e tiverem os projetos prontos. Os terrenos têm metragens de 874 m² a 1.559 m². Já os preços variam entre R$ 5,5 milhões e R$ 14 milhões.
Os apartamentos das Casas Altas estão sendo construídos em outra área do condomínio. O projeto de alto padrão propõe espaços com 243 m² e serão entregues prontos para serem mobiliados. O valor médio das 54 unidades é de R$ 4,8 milhões. Cada apartamento terá quatro suítes, piscina privativa aquecida e quatro vagas de garagem.
Ambos os projetos são à beira mar e vão oferecer uma gama de alternativas de lazer, comodidade e privacidade para os condôminos, numa área de 1,2 milhão de m² inserida na Mata Atlântica. O condomínio contará com heliponto, clube, quadras esportivas, academia, SPA, trilhas, ciclovias, mirantes, pier, restaurantes, áreas de convivência, empório e portaria 24h. Para isso, o investimento do Grupo JCPM já superou os R$ 160 milhões.
Apesar de tantas opções que estarão disponíveis, 70% da vegetação será preservada, conforme o modelo de desenvolvimento sustentável e integrado à natureza que está sendo adotado na obra. Para garantir que, depois de pronto, a proposta do Condomínio Praia de Guadalupe seja mantido, o Grupo JCPM cuidará da administração por 10 anos. Não deixa de ser um atrativo para tranquilizar quem deseja fazer um investimento desse porte.
“É um projeto para ser desenvolvido a médio e longo prazos. Neste momento, estamos nos dois primeiros lançamentos. No entanto, optamos por já fazer 100% do investimento em infraestrutura por consideramos um dos grandes diferenciais do Praia de Guadalupe. Estamos muito otimistas por temos convicção do valor que esse trecho do litoral tem, como um dos poucos ainda pouco adensados. E o conceito do projeto mantém esse pouco adensamento, com uso de menos de 30% do terreno”, salienta o presidente do Grupo JCPM, João Carlos Paes Mendonça.