Jaques Wagner nega elo com “falcatruas” do Master: “Se ele delatar, acho ótimo”

Foto: Reprodução

Do Congresso em Foco

O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), negou qualquer envolvimento com irregularidades investigadas no Banco Master e afirmou estar “tranquilo” em relação às apurações que atingem a instituição financeira. Em entrevista ao programa Giro Baiana, da BNews, nesta terça-feira (27), o senador disse que foi citado no caso apenas por ter conduzido, quando secretário estadual, a venda da antiga rede estatal de supermercados Cesta do Povo, na Bahia.

“Estou tranquilo com essas coisas”, afirmou Wagner, ao rebater suspeitas de relação com o que chamou de “trambicagens” e “falcatruas” do banco. Segundo ele, o negócio feito com o empresário baiano Augusto Ferreira Lima, o “Guga Lima”, então interessado na compra da estatal, não teve qualquer irregularidade e foi positivo para os cofres públicos. “Foi ótimo negócio vender. Aquilo me dava um prejuízo de R$ 60 milhões”, disse.

Questionado se acredita no envolvimento de outros políticos no caso, o senador respondeu: “Ah, deve ter, para cacete. Muitos. Tem muita gente debaixo da cama”. E completou: “Se ele delatar, acho ótimo”. Wagner enfatizou que não teme as investigações. “Conhecia. E daí?”.

O senador também rejeitou ter indicado nomes para cargos no banco, como os ex-ministros Guido Mantega e Ricardo Lewandowski. “Mentira. Não indiquei”, disse, ao comentar informações divulgadas na imprensa. Sobre Lewandowski, afirmou apenas ter mencionado que o jurista havia se aposentado e poderia ter interesse. “Não é que foi indicação minha”, reforçou.

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