Fotos: Marcelo Camargo/Agência Brasil e Bruno Peres/Agência Brasil)
Do Correio Braziliense
O Departamento de Tesouro do governo dos Estados Unidos retirou o ministro Alexandre de Moraes, do STF, da lista de nomes sancionados nos termos da Lei Magnistky. Também foi retirado o nome da sua esposa, a advogada Viviane Barci, e a empresa Lex Instituto de Estudos Jurídicos, vinculada ao casal. Os dois estavam na lista desde julho.
A Lei Magnitsky proibia o ministro de pisar em solo americano, bem como de fechar contratos com americanos ou com empresas com sede nos EUA, inclusive serviços virtuais. Eventuais bens do ministro nos Estados Unidos também estavam com ordem de bloqueio, agora revogada.
Ao tomar conhecimento da decisão do Governo dos EUA, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) divulgou nota no X (antigo Twitter). Na mensagem, o parlamentar afirma receber “com pesar” o anúncio feito por Washington e agradece o apoio que o ex-presidente Donald Trump teria demonstrado “ao longo dessa trajetória”, bem como a atenção dedicada, segundo ele, à “grave crise de liberdades que assola o Brasil”.
Eduardo Bolsonaro também atribuiu a atual conjuntura política brasileira à “falta de coesão interna” e ao “insuficiente apoio às iniciativas conduzidas no exterior”, fatores que, em sua avaliação, contribuíram para o agravamento da situação no país.
O deputado declarou ainda esperar que a decisão de Trump seja “bem-sucedida em defender os interesses estratégicos dos americanos” e afirmou que seguirá trabalhando para “encontrar um caminho que permita a libertação do nosso país”. Ele encerra a nota dizendo: “Que Deus abençoe a América e tenha misericórdia do povo brasileiro”.