Após ser aprovada, sexta-feira passada, a convocação extraordinária da Assembleia Legislativa será instalada às 10h de hoje. São necessários 10 deputados presentes, mas atividades, mesmo, só devem ocorrer na próxima semana, já que há prazos para serem cumpridos e a Procuradoria Legislativa ainda dará pareceres a respeito dos projetos referentes à Lei Orçamentária Anual (LOA) e do TJPE. Presidente da CCLJ, o deputado Alberto Feitosa (PL) pretende marcar a primeira reunião para terça-feira da semana que vem, na expectativa de já ter os pareceres da Procuradoria. “Não quero ter problemas internos e nem com o Governo, mas preciso saber como será a orientação da Procuradoria. A governadora mandou coisas que nunca houve, como um veto onde não cabe veto. E ainda teve uma decisão exdrúxula da Justiça”, disse Feitosa, se referindo à anulação da LOA. Líder do Governo na Assembleia, Socorro Pimentel (UB) rechaça a consulta à Procuradoria. “Estamos atuando com um regimento que não é o real da Casa. Por que a Procuradoria é mais forte que os deputados que foram eleitos pelo povo? Mas vamos acompanhar tudo de perto, porque eles (oposição) querem travar o Governo de todas as formas. Dessa vez é com a LOA. Deverão apresentar emendas para os projetos voltarem à CCLJ, por isso nós (governistas) temos que agir com resiliência e paciência”, assinalou Socorro.
Prazos esticados na Alepe
Os pareceres das comissões da Alepe poderiam ser apresentados no plenário para encurtar a convocação extraordinária. Só que haverá embates. São 10 dias para apresentação de emendas, 5 dias para a CCLJ aprovar as propostas, depois tem os prazos das comissões de Finanças, Administração e Redação Final. Até tudo chegar ao plenário levará tempo.
Situação tranquila
Do ministro da Defesa, José Múcio, após prisão de Nicolás Maduro: “A situação da fronteira nunca foi tão tranquila como está hoje. Movimento mínimo. É como se fosse um grande feriado. Até o movimento de automóvel é mínimo possível. Brasileiro que está lá pode vir”.
Decisão assustadora
As opiniões no mundo se dividem quanto à forma como o presidente Donald Trump mandou pegar Nicolás Maduro na Venezuela e levar para os EUA. Maduro fazia uma gestão nefasta para a população, porém é de assustar a decisão de outro país tirar um presidente da forma que foi.
Gilson provoca Stedile
O ex-ministro Gilson Machado foi às redes sociais para provocar João Pedro Stedille. Sugeriu que ele convoque o MST para defender Nicolás Maduro. “Stedile, meu irmão, não abandona seus irmãos. Vá lá na Venezuela ajudar, agora. Leve o MST para ajudar a Venezuela. O que está esperando. Honre a tua palavra”, disparou.