Foto: Blog Dantas Barreto
O Diretório Estadual do PT iniciará, na próxima semana, uma série de escutas em todo o Estado para ouvir de filiados e lideranças políticas sugestões visando às eleições deste ano. O resumo dessas reuniões será levado ao Congresso Nacional do PT, marcado para abril. Mas, evidentemente, a grande curiosidade está em relação à aliança majoritária em Pernambuco. Presidente estadual do partido, o deputado federal Carlos Veras assegura que o PT pernambucano seguirá o que for definido pelo comando nacional, só que ele reconhece as preferências e ranços locais. “Nós temos diretórios na maioria dos municípios de Pernambuco e qualquer decisão tem que ser construída ouvindo todos. Tem cidades onde há uma relação muito boa com o PSB, em outras é conflitante. Assim como com o PSD e outros partidos”, ressalta o dirigente petista. Além disso, o deputado admite que o cenário está indefinido. “O prefeito João Campos ainda não disse quando renunciará para disputar o Governo. A federação do PP e União Brasil não se decidiu sobre em qual palanque estará e a posição nacional do PSD, partido da governadora Raquel Lyra, também mexerá no tabuleiro”, salienta. Carlos Veras, contudo, garante que o PT não fará campanha dividido em Pernambuco. “Nosso partido sempre sai inteiro, com entregas e se dedica. Quem formos apoiar para o Governo do Estado terá o nosso compromisso, porque não fazemos corpo mole”, frisou o presidente do PT.
Provocação da senadora
A senadora Teresa Leitão (PT) ironizou as queixas que Jair Bolsonaro (PL) vem fazendo na prisão. “É um fracote. Botem uma grade na cama, deem um berço pra Bolsonaro. Agora, ele não pode ouvir barulho de ar-condicionado e daqui a pouco vai ter medo do escuro”, falou a petista, no ato realizado no Recife contra a anistia para bolsonaristas.
Filho defende Bolsonaro
Por outro lado, Carlos Bolsonaro relata que seu pai está “tomando antidepressivos e utilizando aparelhos para apneia do sono, sem exercícios primordiais, com traumatismo craniano leve e sem acompanhamento ideal para evitar a piora de seu estado clínico, psicológico e físico”.
Cobrando impeachment
Durante entrevista à Rádio CNB, o vereador Eduardo Moura (Novo) cobrou a votação do pedido de impeachment contra o prefeito João Campos (PSB), devido ao caso de nomeação de um procurador na vaga de PCD. Moura, porém, admite que a oposição não tem votos para aprovar.
Rinaldo rechaça acusação
Já o vereador Rinaldo Júnior (PSB) defende que o rito seja seguido na Câmara do Recife e o pedido de impeachment deve ser pautado. Mas avalia que não tem sentido porque a gestão municipal teve base legal para a nomeação e que o caso deve ser decidido na Justiça. Rinaldo diz que Moura quer se aproveitar politicamente da situação.