João Campos afirma que vota em Lula e avalia que Raquel Lyra deve apoiar Ronaldo Caiado

Foto: Blog Dantas Barreto

Pré-candidato ao Governo de Pernambuco, o prefeito João Campos (PSB) avaliou que a decisão do PSD de lançar o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, à Presidência da República, deixará delimitado a disputa no Estado. O goiano tem perfil de direita e é do mesmo partido da governadora Raquel Lyra. Campos ressaltou que seu apoio é ao presidente Lula (PT) e acredita que sua adversária tende a votar no candidato correligionário.

“Eu posso afirmar que vou votar em Lula, que eu apoio Lula e o meu partido, o PSB, apoiará Lula. Então, eu não tenho dois lados, eu não ando em cima do muro, eu tenho posição. Essa é a minha posição”, enfatizou. Em Pernambuco, há uma ala do PT que acredita na possibilidade de Raquel defender a reeleição do presidente.

Questionado se a candidatura presidencial do PSD pode fortalecer o projeto da governadora, João Campos disse que sim. “Imagino que se eu fosse de um partido e tivesse um candidato a presidente, iria votar nele. Agora, cada um que tem que externar a sua posição. A minha posição é clara. No dia que tomei posse como presidente nacional do partido,já declarei o nosso apoio a Lula e que o nosso partido estaria com ele. Então, a gente mais uma vez vai estar com ele na reeleição e eu imagino que quem é filiado a um partido e que um candidato se lança por esse partido a pessoa vota no candidato do seu partido”, disse.

O socialista garantiu que esse novo cenário político não o preocupa e que mantém o planejamento a partir do momento em que renunciar ao cargo de prefeito, na próxima quinta-feira (2). “Eu sempre estive confortável, nunca estive desconfortável, não”, disse.

Campos já tem agenda programada para o feriado da Páscoa, no interior de Pernambuco. “Vou andar o Estado todo. Saio na quinta, na sexta-feira vou para Brejo da Madre de Deus no sábado também vou estar no Agreste. No domingo, venho para o Recife para a posse de Victor Marques como prefeito e volto para o interior”, adiantou.

PETISTAS

João Campos foi questionado sobre as ausências dos deputados João Paulo, Doriel Barros e Rosa Amorim na reunião do PT que aprovou a aliança com o PSB, sábado passado.

Os três integram a base aliada do Governo na Assembleia Legislativa. “Não significa nada negativo. A gente teve o apoio, pelo que me consta de 86% diretório. Os partidos firmaram uma aliança, essa aliança foi aprovada no âmbito da instância que decide, que é o diretório do partido, e há um processo natural. Então,eu acho que é um caminho natural a ser percorrido”, garantiu João Campos.

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