Quem é o que?

No ano passado, a governadora Raquel Lyra (PSDB) assumiu o cargo com uma base pequena na Assembleia Legislativa, até porque, no primeiro turno, foram eleitos apenas três deputados estaduais do PSDB. No segundo turno, com a chegada de partidos aliados, a exemplo do PL, a tucana garantiu um número maior de parlamentares a seu favor. E na ala da oposição, alguns ficaram simpáticos ao novo governo. A questão é que as dificuldades de convivência, ao longo de 2023, criaram uma situação inusitada na Alepe, como observou a líder da oposição, Dani Portela (Psol), ontem, ao apresentar um balanço que a bancada fez do primeiro ano de Raquel. Só haviam cinco parlamentares presentes para a coletiva de imprensa. Dani disse que não poderia informar quantos deputados poderiam comparecer porque ela própria não sabe o número exato de oposicionistas. E que o mesmo ocorre na base do Governo, embora sejam contabilizados 16 oficialmente. A parlamentar falou da importância da bancada independente, que passou a ser oficial na atual legislatura, não importa a quais partidos os deputados sejam filiados. A posição de cada um também depende de cada situação que surge na Assembleia. Ou seja, tem projeto do Governo que a oposição vota a favor, que os aliados votam contra e os independentes ficam livres para dizer sim ou não. A situação é tão inusitada, que o maior exemplo é o presidente do Legislativo, Álvaro Porto. Ele é do PSDB fez campanha para Raquel e, durante 2023, foi quem teve mais conflito com a governadora.

Raquel deve ir dia 8

Na próxima segunda-feira, está marcado o ato em defesa da democracia, em Brasília, e o presidente Lula está convidando os governadores para participar. Alguns já confirmaram presença, enquanto outros mais ligados ao ex-presidente Jair Bolsonaro já disseram que não irão devido a outros compromissos ou mesmo férias. A governadora Raquel Lyra (PSDB) ainda está decidindo, mas é bem provável que estará na Capital Federal no dia 8.

E os infiltrados?

Na opinião do deputado federal Pastor Eurico (PL), esse ato proposto por Lula “é o mantra dele de criminalizar os verdadeiros patriotas e inocentar os infiltrados”. O parlamentar diz ser contrário à baderna e ao vandalismo, mas também é contra colocar inocentes na cadeia.

Fim da farra

Está em vigor o limite de juros em 100% para as dívidas do cartão de crédito. As financeiras, que cobravam 431% ao ano, terão de se contentar com o valor menor, se houver atraso de pagamento. O dono do cartão também pode fazer a portabilidade e negociar o débito com outra financeira.

Carência de profissionais

No balanço que a oposição fez do primeiro ano do Governo Raquel Lyra, os deputados Gilmar Júnior (PV) e Dani Portela (Psol) falaram da importância das nomeações de 775 profissionais para a Saúde e 500 professores. No entanto, lembraram que mais concursados precisam ser nomeados para suprir as secretarias estaduais.

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